segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Carta a primeira D’alma

Angústia



Pois de minha alma já não sei o que seguir de meus olhos,
Um mundo que busca somente um fim,
Que não sabe ao certo qual o principia para a base
Sua origens, seu ambiente, sua cultura?
O meio – sentir a evolução – Sabe que é você?
Nem isso!
Mas ao certo, no final percebem
Que não era realmente o que queriam e voltam,
Mas já é tarde, venda saúde, amor, o corpo...
Isso porque vivemos em uma democracia,
Porque há outro que passam a determinar nossos passos,
Dirigem-nos para seguir leis artificiais,
Que é diferente para cada individuo.

Assim com clareza minha alma
Disse em voz alta:
A felicidade composta
Por essências de amor,
Que junto a ela
Dá-se a seu próximo,
Mas enfim, temo em dizer
Que somos libertos demais.
Que esse poder, jamais foi controlado
Pelo homem,
Que busca em seu ego interesses,
Que vem a mim no caminho de Deus
Pedir mais poder, domínio e liberdade.
Eu já cansado de ver e sentir em minha pele
Uma maldade eterna, que na verdade é conduzida por
Um valor inexistente,
Mas o homem que quer e
Faz existir pelo seu Livre Arbítrio.
Assim é a felicidade
Que é composta por essências de amor.


Se é feliz, é um amor que com certeza
todos nascem com ele,
Belo e lindo, mas há um defeito,
O próximo?
Deus?
Você?
O que?
Por tanto, vida que não é de graça...
Acha?
Olhe em sua volta. Você tem uma
sentença para ser cumprida,
Sua própria vida.
Castigo, não! Não sei...
Mas agora que sabe disso...
O que é que você faz?

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